2012/05/20

PARABÉNS PEDAGOGOS!!!!!

                                    "Pedagogia...EDUCAÇÃO Como Prática Da Liberdade!!!"










2012/05/12

BRAVOS COMPANHEIR@S...


Professor@s: nossa luta apenas começou!

08 de março, dia internacional de luta da mulher, não poderia ter sido outra data tão simbólica e marcante para ser o marco inicial de outra luta que ficará cravado na mente de tod@s que fazem parte dela.Acabou? Como? Não! Como é possível acabar uma caminhada que apenas deu o seu primeiro passo? A estrada é longa... há muitos caminhos no meio das pedras... Ainda não alcançamos com a vista o fim, contemplamos apenas o horizonte.

Em 2012, nós professores, cansamos de sentar e ouvir e resolvemos levantar e falar. Lutar e mostrar para toda sociedade a nossa força. Movidos pelo mais belo sentimento de um guerreiro a INDIGNAÇÃO. Esse sentimento, por diversas razões, foi manifestado de todas as formas: em palavras, gritos, gestos, atos, olhares e tudo o que estava ao nosso alcance... até mesmo o sexto andar de um certo palácio.
Se permitirem vamos muito além disso!!!
Nossa indignação é contrária a todo poder que tenta nos dobrar, nos curvar, nos aniquilar.
Repudiamos todo ato insano daqueles que se negaram a lutar . Não nos conformamos com toda mentira que a mídia tentou nos dizer. Rechaçamos toda mentira de oportunistas e repelimos todos aqueles que nos ofendiam com palavras grosseiras.
Que pena! Essas pessoas não estudaram o suficiente, não ouviram seus professores no passado, não entenderam a importância da Educação. Eles se negam a enxergar a realidade e se negam a entender o simples sentido da palavra LUTAR.
Graças a nossa desobediência e ousadia de guerreiros crescemos e avançamos sem olhar para trás. Não ouvimos as palavras pessimistas, nem percebemos os gestos dos fracos porque a nossa vontade de lutar nos deixou surdos e enxergamos apenas a vitória.
Mas quem disse que a luta acabou? Esse foi apenas nosso primeiro passo!
Nosso salário deve ser justo, mas não paga nossa dignidade. Essa dignidade que é retirada diariamente quando entramos na escola e percebemos que ela parece mais um presídio que uma escola, que as salas de aulas parecem gaiolas e os nossos alunos pássaros que não sabem mais voar e cantar. Nossa dignidade é retirada quando sofremos diversos tipos de violência (físicas, verbais, psicológicas) de alunos, pais, governos ou quando a sociedade, que só é construída graças ao professor, não o valoriza.
E por fim não temos dignidade quando tentam tirar nosso único instrumento de luta que é a nossa consciência e ainda tentam nos reduzir ao nada como pessoas perigosas.
Deixemos florescer os melhores sentimentos que movem os guerreiros como a indignação, a persistência, a coragem, o desafio, a ousadia, a determinação, a dignidade, o desejo de mudar, vencer e principalmente a desobediência ao governo, tomando posse do nosso poder que é legítimo, assim, nenhum poder tirânico terá lugar.
Sou professora de contrato temporário e não me intimidei diante das falácias do governo que sempre nos ameaçou com uma possível rescisão de contrato e nos amarrou com suas cordas de dominação, sendo que na realidade não passa de um desejo de poder ter mão-de-obra barata e escrava, bem dominada e obediente, além de tudo um tapa buraco para esconder o grande abismo em que se encontra o sistema de ensino público do DF.
Se eles não nos respeitam, não merecem nossos aplausos! Graças a ousadia de muitos professores de contrato temporário eles não conseguiram deslegitimar a luta dos professores. 
Nós somos professores e um contrato não degenera a nossa consciência.
Lutei e resisti junto com @s guerreir@s que de alguma forma lutaram desafiando os limites do poder e os seus próprios limites.
Ocupamos o Buriti e principalmente a vida e a mente das pessoas que levarão sempre em si que os professores de Brasília não fogem à luta e ainda estão prontos para toda a guerra que vem pela frente.
“O que queremos, de fato, é que as ideias voltem a ser perigosas”

Aline Nóbrega – Professora de Filosofia em Santa Maria
07 de Maio de 2012

2012/04/24

EM DEFESA DOS DIREITOS DEMOCRÁTICOS


Companheir@s,  ao contrário do que a "mídia" tenta disseminar nossa greve é legal e agora mais que nunca precisamos fortalecer nosso movimento ,haja vista a ação sem precedentes do MP , que muito além de tentar desestabilizar a categoria dos professores fere um direito constitucional que é a greve.Nós enquanto profissionais vimos durante os últimos meses a ação conjunta do governo do DF e de parte da"grande mídia" para desvirtuar nosso movimento , desqualificando -nos e até nos acusando de  querer "usurpar" o lanche dos alunos; como resposta fomos às ruas e mostramos com muito humor, alegria e criatividade que nossa luta é pela valorização profissional e qualidade na educação; qualidade essa que  temos garantido através da nossa dedicação diária ,colocando a educação do DF como a primeira do país não obstante a falta de compromisso dos governantes .Hoje, o que vivenciamos é uma ação  antidemocrática que põe em risco não só direitos trabalhistas conquistados pelo suor de heróis anônimos do passado, mas a própria democracia .Não podemos nos calar diante desse absurdo!!! Enquanto cidadãos brasilienses devemos ser referência a todo o povo brasileiro e dizer NÃO ao desmando político que se coloca acima da Constituição Federal. Portanto colegas VAMOS  À LUTA!!!! Tina

2011/12/12

PNAIC 2013

PROFESSORES NÃO SÃO BABÁS..
É sempre bom lembrar...
http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/professores-sao-educadores-nao-babas


PNAIC 2013-SANTA MARIA
MEDIADORA: RAFAELA
CURSISTA: VICENTINA DE  P. A.  LOPES
REGISTRO REFLEXIVO UNIDADE II

Na unidade II enfatiza-se importância de organização do trabalho docente em benefício do aluno e como garantia da eficácia escolar enquanto espaço de apropriação do conhecimento.
Essa organização requer um planejamento para além da sala de aula, considerando o PPP da escola e a dinâmica prevista no “plano de ação” anual da instituição. Logo, o planejamento do professor além de viabilizar o processo ensino aprendizagem reafirma sua autonomia observadas as competências inerentes à profissão.
Um planejamento bem articulado possui metas claras e traça o percurso a ser percorrido para alcance dessas metas, bem como prevê os recursos necessários e as estratégias a serem adotadas. Tudo isso tendo como foco os direitos de aprendizagem do educando e sob a perspectiva do letramento. A rotina diária é um dos itens essenciais no planejamento, haja vista seu caráter previsível e ordinário face as fases da aprendizagem, o tempo disponível e o previsto para cada atividade proposta; mas a rotina sobretudo é um recurso facilitador da prática dos quatro eixos da alfabetização, por distinguir os objetivos específicos de cada momento.Por outro lado , o improviso (ao contrário do que se espera de um profissional)prejudica todo o processo de aprendizagem trazendo consequências imediatas e a toda a vida escolar do aluno, pois interfere diretamente no raciocínio lógico e na motivação do mesmo.
O planejamento, a sequência didática e a rotina são fundamentais para que o aluno compreenda o processo de construção dos saberes e sinta segurança em relação à escola. Obviamente o professor e a escola como um todo devem estar preparados para lidar com os imprevistos e fazer uso desses de forma positiva; como define MORIN (2000) “Prever o imprevisto”. Tendo a clareza de que os  imprevistos não podem estar na ordem do dia mas ocorrem.
Partindo da primícia de que conhecimentos são adquiridos, mas são também produzidos por sujeitos sociais, adotei a metodologia sócio construtivista, tendo como fundamentação teórica a “educação libertadora freiriana”. Logo , longe dos equívocos discursivos banalizadores, minha prática pedagógica prima pela coerência, pela organização e pela valorização da realidade sociocultural do aluno.Para tanto, elaborei e executo um projeto que tendo  como eixo norteador a obra literária de “ Monteiro Lobato” e onde estão previstos planos de unidade relacionados ao currículo vigente.E como se faz necessário ao bom andamento do projeto elaboro planos de aula diários seguindo uma rotina semanal bem definida, com a flexibilidade necessária à inserção das propostas e novidades surgidas.

As questões abordadas no módulo reafirmam a proposta de uma educação para além da reprodução e vem ao encontro do que busco realizar dia a dia em minha trajetória profissional.


PNAIC 2013
REGISTRO REFLEXIVO –UNIDADE III
CURSISTA: VICENTINA DE P. A. LOPES
ATUAÇÃO: 1º ano ESCOLA CLASSE 116 DE SANTA MARIA DF
MEDIADORA: RAFAELA
DATA: AGOSTO DE 2013
O PNAIC nos apresenta uma proposta de profissionalização docente tendo como maior objetivo erradicar o analfabetismo funcional em nosso país. Na unidade III do curso de formação esse objetivo está bem especificado no convite à mudança de perspectiva do SEA de código para sistema notacional. De forma técnica e bem fundamentada termos e terminologias são expostos e métodos e metodologias analisados.
A necessidade de compreender a forma de aprender do educando enquanto indivíduo está bem evidenciada no modulo, assim como a importância do professor enquanto mediador no processo de aprendizagem. As habilidades perceptivas e motoras dantes tratadas como pré-requisitos da aprendizagem, e a memorização como pratica constante são repensadas sob a ótica crítica de educadores que defendem a ruptura com paradigmas historicamente instaurados, sobretudo no que tange a alfabetização propriamente dita relacionada à codificação e decodificação através do sistema alfabético. Do mesmo modo, uma nova perspectiva   é apontada  enfatizando o sistema notacional e a consciência fonológica sendo essas propriedades fundamentais do SEA e do processo de aprendizagem como um todo,já que esse inicia-se na pré escola e a alfabetização perpassa todo processo educativo.
Logo, a complexidade da alfabetização requer uma organização do trabalho escolar à alfabetização e letramento, considerando o sistema notacional como registro do conhecimento e consciência fonológica como metacognição sonora para além do método fônico; o que dar-se-á através da mediação adequada do professor desde o planejamento diário à utilização dos recursos didáticos, passando pela disponibilização de acervos complementares pertinentes aos temas/conteúdos explorados; tudo isso tendo o aluno como sujeito construtor do conhecimento.

Obviamente a proposta do PNAIC sugere mudanças sobretudo na postura docente, mudanças essas viáveis, haja vista os vários exemplos de sucesso verificados país afora, e não por acaso,onde há investimentos na educação há melhores resultados pedagógicos; principalmente no que concerne investimento humano.A combinação professor preparado e condições adequadas de trabalho resulta em educação de qualidade.
Vale ressaltar que aos educadores progressistas os desafios sempre foram motivadores em busca de novos caminhos, ou tecnicamente falando, de metodologias para melhor atender à clientela. Sendo parte desse grupo, minha prática sempre esteve norteada pela práxis pedagógica; assim, para além de métodos experimentados, técnicas e tecnologias exploradas e de modismos observados, fui construindo ao longo do tempo minha forma de trabalho baseada no construtivismo e fundamentada na proposta “ freiriana”.Portanto a participação no curso faz parte da formação continuada tão necessária , da qual jamais abri mão e os estudos realizados reafirmam a convicção de que “todos podem aprender” , mas que cada um aprende de formas e em ritmos diferentes, cabendo ao educador  oportunizar essa construção que se faz pela interação e antes de tudo pelo prazer de aprender.

PNAIC 2013
CURSISTA: VICENTINA DE P. A. LOPES
ATUAÇÃO: 1º ANO EC 116 DE SANTA MARIA
MEDIADORA: RAFAELA 
2013
                                           

2011/11/20

Currículo e Processo de Integração

Currículo é um parâmetro institucionalizado que evidencia o imaginário coletivo de uma sociedade no que concerne a educação formal; mas nele estão inseridos além dos interesses socioculturais, interesses políticos de um contexto épico ,muitas vezes em contraste com os interesses individuais e/ou humanos. A questão da valorização cultural regional por exemplo costuma ser esquecida durante a elaboração do currículo oficial, contudo o currículo oculto sempre foi e continua sendo muito mais aplicado nas escolas que o formal e por ele passam os valores e anseios dos profissionais que atuam em sala de aula , e muitas vezes os resultados superam as expectativas dos que planejam sua aulas pois a educação é interativa e por mais que se tente limitá-la  se faz pela reciprocidade entre as partes. Certamente ao aplicar o projeto que idealizamos no início do curso “Proinfo Integrado” nos deparamos com situações não esperadas, desde as relacionadas aos recursos até às relacionadas aos interesses dos alunos, mas como bons educadores que buscamos ser, devemos como bem definiu MORIN (2000) “prever o imprevisto”.

Atividade 4.1 eproinfo


A formação docente tem papel fundamental na qualidade da educação ,aliada ao amor pelo que se faz e consequentemente o desejo de contribuir para uma sociedade mais justa, onde valores sejam resgatados e a cultura popular seja respeitada .Por isso a necessidade de se desenvolver no educando a autonomia, a criticidade e consciência cidadã; em suma a “Educação Como Prática da Liberdade” proposta por Paulo Freire. Os link's a seguir retratam algumas falhas nossas ,enquanto educadores, e apontam possibilidades de acertos .Que façamos uso das novas tecnologias racionalmente em prol da educação e não da massificação!




2011/11/06

port fólio PROINFO

                PROINFO INTEGRADO ...UMA PROPOSTA INCLUSIVA

Durante os últimos oito meses os cursistas do PROINFO INTEGRADO em Santa Maria têm navegado por um universo interativo e altamente instrutivo o Universo digital e /ou virtual, que muito além da expectativa inicial tem proporcionado aos docentes aprendizes uma verdadeira aventura intelectiva .Passeando entre as linhas dos  módulos, o teclado do computador e o mundo virtual dos Softwares, tem-se redescoberto a comunicação e mais especificamente se repensado o fazer pedagógico.
Essa saga educativa foi iniciada com a exploração do Hardware e a familiarização dos cursistas com o Ambiente colaborativo de aprendizagem e sua proposta metodológica, durante essa etapa fez-se fundamental o papel do orientador e da tutoria, que também têm sido solícitos durante todo o processo através do suporte e do “tira dúvidas”.
Um dos momentos mais motivadores do curso ocorreu quando os cursistas foram convidados a elaborar o “Meu projeto pessoal/profissional” onde estão expostos os perfis dos docentes; nota-se de forma generalizada que os desafios tecnológicos do mundo globalizado instigam e trazem perspectivas que só reforçam a ideologia da inclusão social e reafirmam a convicção profissional dos que defendem uma educação plural e democrática.
Diante da necessidade de fundamentação teórica decolou-se para um “Diálogo Teórico” onde foi feito um resgate histórico, revisitando grandes educadores como Piaget, Pestalozzi, Freire e outros , analisando as diversas vertentes educacionais e suas influências para o ideário de educação; nessa fase pesquisou-se o conceito de projeto e ratificou-se seu caráter Construcionista por além de transmitir informações possibilitar a construção do conhecimento, destacando o educando enquanto sujeito histórico social que antes de tudo é um ser político e destacando a necessidade de interligar comunidade local e global valorizando os múltiplos saberes; reconhece-se então a importância das TIC's como ferramentas essenciais à inclusão social.
Ainda explorando a Pedagogia de Projetos navegou-se na “rede” e enriqueceu-se a pesquisa através da contribuição de Almeida em “Como Se Trabalha Com Projetos” , entendeu-se que essa é uma prática que deve ser cultivada como uma nova cultura de aprendizagem já que todo projeto é interdisciplinar tendo papel difusor e potencializando a integração entre os conteúdos; constatou-se então que urge a desconstrução da dicotomia entre os saberes contextualizando-os e promovendo a aprendizagem significativa. Vale frisar a função do professor enquanto mediador no processo de aprendizagem e a constatação de que a quantidade de professores que trabalham com projetos é cada vez maior , o que evidenciou-se nos relatos durante a atividade socializada “Minha Prática Com Projetos”.Deu-se em seguida a elaboração de propostas de projetos a serem implantados em sala de aula , o que revela pedagogos altamente envolvidos (ainda que algumas vezes de forma desapercebida) com a Pedagogia Progressista e o anseio da consciência libertadora.
Fazendo jus ao curso , a práxis pedagógica se faz presente no “fórum”, no “diário de bordo” e durante os encontros presenciais .
Outro fator importante para baseamento dos estudos foi a análise reflexiva em torno do currículo e suas características chegando-se à inevitável pergunta “Você Educador Está Pronto Para a Cultura Digital?”, contando com a contribuição eficaz de Léa Fagundes e a constatação de que esse é um dos novos desafios dos educadores e de que a formação inicial dos professores deve ser repensada , bem como precisa-se garantir uma formação continuada eficiente que dê suporte a esses .O PITEC foi bem destacado partindo da primícia de que só a partir da formação integral do educando , o que implica em superar as fronteiras digitais, é possível alcançar a educação plena.
Ainda em se tratando da fundamentação teórica viajou-se por ideias e experiências de sucesso como a afirmativa de que Tecnologias trazem o mundo para escola , a de que “a informatização do conhecimento tornou muito mais acessíveis todos os saberes” (POZO , 2001), e a de que “o futuro das escolas será pautado por uma palavra : conectividade” (ALMEIDA, 2011) em confronto com a “escola formol” definida por Tião Rocha. Esse voo aterrizou num campo delicado “Quem Sou Eu Como Professor Aprendiz?” desbravado por Nóvoa , fez ouvir o canto das “...sereias do ensino” traduzido por Blikstein e Zuffo, e levou às competências do professor definidas por Perrenoud , revelando as asas dos cursistas que relataram suas experiências com primor.
Sem perder as ondas virtuais seguiu-se em busca de norte para criação de redes de conhecimento proposta por Almeida (idem) e para a construção da escola menos lecionadora proposta por Ladislau. Provocou-se então um retorno à vida real onde cada escola foi retratada a partir de pesquisa “in locu” por meio de questionário semi fechado que reafirmou um cenário de mudanças , inquietações , dúvidas e às vezes inoperância. “Como contextualizar as mudanças sociais e tecnológicas superando o descompasso entre a cultura cotidiana do aprendiz e a vivencial da escola?” “ Eu professor tenho desenvolvido a Dialogicidade com meus alunos?”, Em busca de respostas desbravou-se os “Desafios da Linguagem no Séc. XXI” segundo DEMO .
Por tratar-se de uma proposta interativa os cursistas prosseguem nessa viagem, entre pousos e decolagens na busca de novas possibilidades através das TIC's.